Morganville Vampires RPG
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Sala de Estar

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Sala de Estar

Mensagem por Camille Glass em Ter Jun 19, 2012 8:36 pm


Morganville Vampires Brasil RPG

And no, you don't wanna mess with us
Got Jesus on my necklace

I've got that glitter on my eyes, Stockings ripped all up the side. Looking sick and sexy-fied

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Re: Sala de Estar

Mensagem por Alec Viscont em Seg Jun 25, 2012 6:25 pm



Comes back and begs me to catch her every time she falls

Sorri ao vê-la desabotoando a camisa por cima da blusa branca, enquanto eu apenas a olhava com um sorriso de canto dos lábios. Ela soou maliciosa ao dizer que o prazer era dela, o que me fez querer tornar a sentença um fato, mas me controlei, soltando a mão dela depois do cumprimento.
Ela era mesmo linda, o que provava que não era exagero da minha memória alterada pelo álcool. Ela confessou não ter tanto contato com o antigo protetor, o que me pareceu quase uma explicação, como se eu estivesse pensando alguma coisa depreciativa sobre ela, mas me deixou curioso.
Ela passou por mim, e eu não pude deixar de olhar suas pernas, e como o shorts jeans se moldavam nas curvas dela com perfeição. A olhei por cima do ombro quando ela me perguntou se eu iria entrar, me virando em resposta, caminhando lentamente até a parte de dentro da casa.
Olhei a sala de estar, bem mobiliada, no estilo confortável e bem família, porém não havia ninguem em casa, e a ficha dizia que a única que precisava de proteção era a ruiva. Olhei para os dois lados, e apontei para o resto da casa com o dedão. - Você mora sozinha? - Perguntando, no meu modo trabalho, pensando em quanto isso podia ser perigoso para, enquanto ela trancava a porta. Retirei um envelope do bolso de trás, entregando-a. - Basta assinar isso, me dando o direito sob sua vida, sangue e serviço, e eu irei embora. - Voltei meus olhos para os dela, me aproximando perigosamente, em movimentos bem devagar, passando meus braços possessivamente pela cintura dela, meu rosto bem pertinho do dela, deixando-a livre para se aproximar mais ou não. - Tem uma caneta? - Perguntei semicerrando os olhos, enquanto a olhava.
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Re: Sala de Estar

Mensagem por Pandora Szelsky em Ter Jun 26, 2012 11:15 am

Ele pareceu inspecionar a casa por um momento, provavelmente constatando que eu estava sozinha. - Sim, meus pais... - Eu não gostava de falar deles e então lembrei de Àgata, mas ela só morava aqui tecnicamente. - Na verdade não, mas sou a única a ser protegida de qualquer forma. - A família de Àgata já tinha proteção.
Depois que tranquei a porta ele logo tirou um envelope do bolso de trás dizendo que eu devia assinar. Peguei o envelope com receio e quando ele disse do que se tratava eu até me arrepiei. Não acreditava que minha mãe tinha assinado um contrato com o demônio, assim como eu estava prestes a fazer. -Jura que é só isso? - Não dava pra deixar de ser irônica. O 'direito sobre minha vida?'. Era por isso que eu odiava esse lugar. Minha insatisfação deve ter ficado evidente em meu semblante, mas eu não podia simplesmente sorrir e dizer obrigada.
Foi então que ele começou a me encarar e se aproximou de mim, passando os braços pela minha cintura e deixando aqueles lábios a uma pequena distância dos meus. Tava de brincadeira comigo né? Uma caneta? Eu tinha até 10 canetas pra ele.
E foi como naquela noite, um misto de emoções e sentimentos que bagunçavam minha cabeça e me faziam querer coisas que num dia normal eu ia desprezar. Fechei os olhos rapidamente e inspirei. O cheiro dele ela indescritível. Coloquei a palma da mão no peito dele, não para impedí-lo de fazer alguma coisa, eu sabia que não tinha esse poder, mas para empurrá-lo, ou melhor, conduzí-lo para o meu confortável sofá.
Uma vez sentado eu sentei por cima e deixei meu corpo o mais colado ao dele do que era possível, deixando apenas alguns milímetros separando nossos lábios, assim como ele fez. Sem tirar os olhos dos dele passei a mão na mesinha de canto que ficava ao lado do sofá e peguei uma caneta de recados. Me afastei o suficiente para colocar a caneta na frente dos meus lábios. - Onde eu assino? - Minha respiração estava pesada e minha voz rouca, a adrenalina era fantástica, mas o que mais me deixava naquele estado eram os olhos dele em mim.

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Re: Sala de Estar

Mensagem por Alec Viscont em Ter Jun 26, 2012 4:36 pm



Comes back and begs me to catch her every time she falls
Percebi a voz dela tremer ao falar dos pais, logo dizendo que não morava sozinha, mas eu não me convenci nem por um segundo de que essa pessoa fosse da família dela. Anotei mentalmente que iria saber mais disso, e que iria ter que passar mais vezes por aqui, para averiguar se estava tudo bem, não achando que seria problema algum, como eu achei que seria ao ser designado a um humano.
Quando eu disse as clausulas do contrato de proteção, seu rosto se retorceu em uma careta de aversão, me arrancando um riso baixo, enquanto a olhava, perguntando se era só isso, me aproximando. – Prometo que eu vou fazer com que não seja sacrifício algum. – Dei um sorriso torto, enquanto ela me guiava pelo peito até o sofá, não que ela fosse literalmente me deslocar, mas eu deixei ser guiado de bom grado para o sofá, sentando observando ela sentar em meu colo, minhas mãos pairando pela cintura dela, enquanto ela se comprimia em mim, se esticando para pegar a caneta, deixando meus lábios roçarem em seu pescoço, me dando a oportunidade de sentir o seu cheiro de forma pura e completa. Ela deslizou a caneta até a frente dos lábios, enquanto eu a olhava incisivamente.
Peguei o envelope da mão dela novamente, retirando a folha de dentro, desdobrando-a mostrando aonde ela deveria assinar perto do rosto dela, apoiando o papel em meu peito o que faria ela se inclinar para assinar e eu poderia observar seu pescoço, pele, com mais atenção. - Aqui. – Disse em seu ouvido, meus lábios encostando vagamente no lóbulo da orelha dela, enquanto minhas mãos desciam lentamente de sua cintura para as coxas expostas, tocando a pele quente com as mãos.
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Re: Sala de Estar

Mensagem por Pandora Szelsky em Ter Jun 26, 2012 8:17 pm

A promessa dele não me fazia sentir melhor, pois sabia que assim como eu teria que responder a ele, ele teria que responder a Amaryllis. E se ela me quisesse fora do jogo, ele teria que acatar, como todo bom cachorrinho dela. Porém, bem lá no fundo... eu até que me sentia protegida, o que era irônico tendo em vista como eu não confiava nem um pouco neles. Principalmente neste que não me deixava pensar direito.
E na minha falta de pensamento, quando dei por mim estava no colo dele, no meu sofá, pegando uma caneta pra assinar a merda de um papel que dava pleno poder a ele sobre a minha vida. Eu só não me deixava irritar mais com isso por que os lábios dele estavam roçando na minha pela. E quem consegue pensar em vida desse jeito? Not me!
Ele logo pegou o envelope que anda estava em uma das minhas mãos e tirou uma folha de dentro, a apoiou no peito e disse onde eu deveria assinar no meu ouvido, o que me fez tremer.
Me inclinei sobre ele jogando o cabelo para o lado para melhor me apoiar e li o contrato com pouca atenção, assinando-o em seguida. - Feito. - Disse o encarando e mordi o lábio inferior, como já era um costume. - Qual a sensação de ter a vida de alguém nas mãos? - Arqueei uma sobrancelha ao me afastar um pouco e entregar o papel na mão dele, que neste momento passeava da minha cintura até minhas coxas, me enviando sensações absurdas e só me fazendo o querer mais. - E se eu me recusar a te dar meu sangue? - Disse numa voz sexy, num tom baixo, roçando meus lábios do seu pescoço até a orelha. - Vai pegar à força? - Dei uma leve mordiscada no pescoço dele. Se ele sabia usar de golpe baixo, eu também sabia. E além do mais, fazer isso não era sacrifício nenhum.
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Re: Sala de Estar

Mensagem por Alec Viscont em Ter Jun 26, 2012 10:10 pm



Comes back and begs me to catch her every time she falls
Como eu imaginava a pele dela ficou exposta bem na altura do meu nariz, me fazendo desfrutar do aroma inebriante que saía dela, sentindo a ponta da caneta em meu peito, conforme ela assinava o nome dela com certa pressa, meus olhos estudando cada movimento dela, semicerrados.
Ela mordeu o lábios inferior, me arrancando um sorriso malicioso do rosto. Aproximei meu lábios dos delas, roçando a pele, quase beijando-a. Minhas mãos mãos foram para o compartimento de trás da minha calça, pegando a pulseira de prata, trazendo-a para o pulso de Pandora, como quem a algemava, sorri de canto com pensamento, beijando a pele novamente. – Eu estou prestes a descobrir. – Minha voz saiu em um sussurro, perto dos lábios dela. Em um milésimo de segundo, eu a coloquei deitada no sofá, enquanto meus dedos subiam de sua cintura até as costelas, acariciando as laterais do corpo dela, por baixo do pano da camiseta branca colada. Os lábios descendo em seu pescoço, mordiscando a pele lentamente.
Segurei as coxas dela na altura da minha cintura, explorando-a, apertando-a, ouvindo as perguntas dela, meus lábios voltam devagar pelo osso do maxilar, encostando a pele bem de leve, depositando beijos breves pela região até o queixo, deixando escapar um sorriso sedutor. – Não.. Eu não obrigaria você a nada.. – Desci os beijos de novo pelo seu pescoço, até a clavícula. – Eu iria te convencer... até você querer me dar.. – Rasguei a blusa branca dela, em um movimento rápido e brusco, meus dedos da outra mão, tocando-lhe a barriga com vontade, enquanto meus lábios encostavam nos dela, beijando com intensidade e ardor.
Devagar, parei o beijo, mordiscando-lhe o lábio inferior dom cuidado, o puxando levemente, e então minhas mãos desceram pela cintura dela novamente. – Tenho que ir.. – Falei novamente em um sussurro, me levantando em um milésimo de segundo, pegando a folha que ela havia assinado, e colocando-a de volta no meu bolso. A olhei no sofá com os olhos ardentes de desejo, e dei um sorriso torto. – A gente se vê, minha vida.– Eu disse piscando para ela, antes de pegar minha chave do carro da mesinha e ir até a porta, destrancando-a e saindo.
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Re: Sala de Estar

Mensagem por Pandora Szelsky em Sex Jun 29, 2012 7:08 pm

Depois que assinei o papel, ele aproximou os lábios dele dos meus, mas não me beijou. Pegou uma pulseira em seu bolso e colocou no meu pulso como se me algemasse. A sensação que tive foi estranha... como um calafrio, que se intensificou quando os lábios dele encontraram minha pele.
Enquanto eu o provocava ele não deixava para menos, as mãos deles em mim, seus sorrisos, eram extremamente inebriantes, sem contar prazerosos. Fechei os olhos enquanto ele beijava meu pescoço, imaginando como seria ser mordida até que assimilei o que ele disse. E não duvidei, ele conseguiria. Nesse exato momento se ele pedisse eu não negaria. O problema era que no momento eu não estava raciocinando direito, e esse era o fator perigo da equação.
Sem que eu esperasse, ele rasgou minha blusa o que dava livre acesso às mãos dele a entrarem em contato direto com minha pele. - Quem está devendo uma camisa agora? - Ou pelo menos estávamos quites. Ele me beijou sem delicadeza com uma intensidade alucinante e eu entrelacei meus dedos nos cabelos dele o puxando para mim.
Quando as coisas estavam chegando a um ponto crítico, onde o que restava de roupa era visto como empecilho e a vontade de tocar em mais e mais pela era tamanha ele cortou o beijo e se afastou dizendo que precisava ir. Quando ele pegou a folha e levantou, me deixando lá seminua e na vontade (diga-se de passagem) eu não acredite. - Você não está falando sério está? - Perguntei perplexa. Os olhos dele me faziam derreter, eu podia ver desejo neles, provavelmente um reflexo dos meus, mas mesmo assim ele foi embora. E ainda teve a audácia de piscar pra mim. Que sacana! Só muita água fria pra conseguir dormir. Levantei do sofá com certa raiva e me dirigi para o quarto... pensei em dormir, mas sem clima pra ficar numa cama sozinha.

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