Morganville Vampires RPG
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Acesso livre para humanos e vampiros

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Acesso livre para humanos e vampiros

Mensagem por Camille Glass em Seg Jun 25, 2012 4:34 pm

Um lugar charmoso e moderno, onde você pode apreciar um pouco de arte, enquanto experimenta nossos drinks e se delicia com o melhor da gastronomia francesa.
A proprietária e anfitriã, Angelique Deville, terá o prazer de lhe dar as boas-vindas.

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Morganville Vampires Brasil RPG

And no, you don't wanna mess with us
Got Jesus on my necklace

I've got that glitter on my eyes, Stockings ripped all up the side. Looking sick and sexy-fied

protection? I do not need it . resident of the glass house. 19. unlucky girl
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Re: Acesso livre para humanos e vampiros

Mensagem por Angelique Deville em Dom Jul 22, 2012 1:03 am

Party Night!


Era a noite de inauguração do Le Fétiche Bistrot, e claro do Rendez-Vous. Dois lugares que pertenciam a mim e que prometiam agitar as estruturas empoeiradas de Morganville. Muitas pessoas importantes estariam presentes, e quando digo "pessoas", é óbvio que me refiro aos vampiros importantes da cidade. Humanos são apenas humanos, nada mais do que isso. Mas como era noite de festa, eu provavelmente teria que aturar alguns vampiros com os seus humanóides superprotegidos. Além disso, talvez o tal Xerife Declan e a prefeita também estivessem presentes, mas se não comparecessem, eu não sentiria a mínima falta. Cheguei ao Le Fétiche logo após o meu jantar e o lugar já se encontrava bem movimentado. Saí do meu Porsche Spyder conversível e entreguei a chave para o manobrista que era humano, enquanto dava um sorriso simpático.

- Se tiver um arranhãozinho no meu carro, arranco a sua garganta fora a mordidas, entendeu? - eu disse gentilmente, assim que me aproximei dele. Ele trabalhava pra mim, e claro que ele sabia o que eu era.

- Ah... pode deixar, Srta. Deville. Eu vou cuidar dele direitinho. - disse o infeliz enquanto corria para o meu carro, preparando-se para estacioná-lo em um lugar decente.

Assim que me aproximei da entrada, vi alguns convidados acenando pra mim. Eram vampiros, lógico, mas nem lembrava quem eles eram, já que deviam ser amigos do Julien. Me aproximei da entrada e um dos seguranças que também era humano, me deu um sorriso contido.

- Boa noite, Srta. Deville. A casa está enchendo. - ele disse de maneira educada.

- É bom que encha mesmo. Espero que transborde! - respondi animada, enquanto já ia entrando e sendo pega de surpresa por alguns convidados que já estavam no recinto. Como anfitriã, fui obrigada a parar e dar atenção a cada um deles, enquanto garçons circulavam pra lá e pra cá com bandejas e bebidas. Aliás, todos os funcionários do Le Fétiche são humanos, mas no Rendez-Vous a coisa é diferente, lá só entram vampiros. Então, para evitar maiores confusões decidi que os funcionários também seriam vampiros. Julien não gostou disso na época, mas não teve escolha. Deixei bem claro que não queria humanos trabalhando na boate, isso nos causaria muitos problemas, já que alguns clientes poderiam ficar um tanto excitados e tentar se aproveitar dos funcionários, não que eu fosse me importar, mas... bem, é preciso manter ordem na casa. - Onde diabos está o Julien? - sussurrei para um dos funcionários, assim que ele se aproximou de mim.

- Ele... Ele está lá embaixo, Srta. Deville. - o rapaz disse com a voz trêmula. Olhei pra ele e pareciam que seus olhos iam saltar do rosto.

- Bom, então vá até lá e o chame. Ele deveria estar aqui comigo para recepcionar os convidados. - sussurrei novamente, enquanto tentava sorrir. - Não fique parado aí. Vá logo! - rosnei entre dentes até ver o garçon desaparecer entre os convidados. Continuei dando atenção à todos, enquanto Julien não dava o ar de sua graça. Pelo visto, aquela seria uma noite muito longa.



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Re: Acesso livre para humanos e vampiros

Mensagem por Julien Mayfair em Dom Jul 22, 2012 11:23 am






Party Night ,











O vampiro havia acordado, passado pelo porta do quarto de Lilian, tentou abri-la, mas a mesmo se encontrava trancada. Provavelmente está dormindo. Pensou.Tinha que ir para o Le Fétiche. Tomou um bom banho, colocou uma roupa social fina e seguiu para o bistrô. Estacionou o Lamborghini Gallardo Coupe,não é porque tem mil anos de existência que andaria de carrocha. Seguiu diretamente para o Rendez-Vous.

Conversou com os funcionários, repassou todos os procedimentos com os seguranças. Sempre deixando claro que não toleraria erros. Estava pronto para subir quando um funcionário do andar de cima veio lhe chamar, Julien o levou para um canto, pode perceber os olhares desaprovação dos seus funcionários. Por mais que no inicio não tivesse gostado da ideia de ter que lidar apenas com vampiros. - Quando quiser falar comigo, utilize o telefone. Já disse que é extremamente proibido a entrado dos funcionários de cima, aqui em baixo. - Repreendeu ao rapaz que olhou para ele e disse.
- Me desculpe senhor, a Madame Deville, mandou lhe chamar, ela disse algo sobre o senhor, que deveria estar lá em cima. - Julien olhou para ele, e respondeu.
- Eu já estava subindo. - O rapaz continuou parado parada a sua frente. - Agora suma daqui. - Disse amostrando as presas e rosnando. O humano saiu correndo do lugar, risadas vindas dos fundos chegou aos ouvidos de Julien. - Agora você façam-me o favor de trabalhar, ou mato um a um, e se pensam que estou mentindo, deem uma olhada em minha história. - Saiu do lugar.

Subiu as escadas, estava impecável, a roupa, o cabelo, ele estava simplesmente perfeito. Passou cumprimentando todos os convidados, alguns vampiros velhos conhecidos, outros velhos amigos, sempre dando atenção a todos, e agradecendo a presença. Após falar com todos avistou Angelique, caminhou ate ela com graça e elegância, que arrancavam olhares quando passava. - Mademoiselle. - Disse em um francês perfeito.






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Última edição por Julien Mayfair em Seg Jul 23, 2012 2:06 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Acesso livre para humanos e vampiros

Mensagem por Alec Viscont em Dom Jul 22, 2012 7:35 pm


I want you on my team
I Promiscuous girl
Wherever you are
I'm all alone
And it's you that I want



Aquele era um dia particularmente diferente. Naquele dia eu havia conseguido dormir até o por do sol, e apesar de eu estar tentando trancar a razão de toda a tranquilidade que me possibilitou dormir no fundo da minha mente, eu não podia dizer que eu não sabia o que era.
Mas eu não ia me permitir ter sentimentos pela ruiva, afinal ela nunca iria aceitar o fato de que eu havia matado sua família, e se isso não fosse motivo o suficiente, eu já sabia como esse relacionamento vampiro-humana acabava. Ela envelhecia, morria, e eu viveria para sempre, e não é agradável passar a eternidade sofrendo. É o que dizem pelo menos..
Levantei, tocando o convite do Le fétiche bistrot, e do Rende-Vous, era a noite de abertura, e estreias normalmente geram confusões. Eu particularmente não gostava de boates como aquelas, remetiam a ideia de que o mundo cainita era de alguma forma sexy, elegante e privilégio para poucos. Os elitistas da cidade adoravam a ideia de exibir seus recursos para os vampiros, de se sentirem de alguma forma privilegiados, e festas como essas não eram incomuns. Porém esse não era um evento que eu acredito que os pais iriam deixar suas filhas irem. Era como mandar um rato passear no covil das cobras que prometiam não matar o pequeno mamifero. E eu torcia que não deixassem mesmo, afinal se algo desse errado, seria eu a limpar a bagunça.
Tomei banho e não me preocupei em fazer a barba, que ainda estava rala o suficiente para não parecer um mendigo. O desleixo da barba e cabelo não penteado, contrastando com o terno preto, camisa branca e com a gravata fina, também preta, não me incomodava, mesmo que as pessoas pudessem me recriminar pela falta de classe, e eu já podia ver Angelique entortar os olhos ao me ver.
Não eramos próximos, mas como a maioria dos vampiros, nós tínhamos um longo histórico que as vezes se cruzaram, o que não nos fazia melhores amigos, mas a conhecia o suficiente para saber que a ideia sexy e proibida era dela, já a ideia de boate permitida apenas por vampiros e protegidos, cheirava a ideias de outro vampiro. O sócio Julien, talvez. Se minha relação com Angelique já era pouca, com Julien era ainda menor, e eu não fazia a menor questão de aprofundar os laços com o vampiro, do qual eu nutria certa antipatia, mesmo que nunca tivesse externado tal pensamento.
Apesar de tudo, fazia parte do meu trabalho vir, e ficar atento a qualquer coisa que pudesse gerar um problema. Por mais que eu quisesse passar as tarefas para Declan, não era o tipo de coisa que estava nas atribuições dele, afinal era uma boate para vampiros, liderada por vampiros, e esse era o único motivo pelo qual eu estava ali.
Cheguei no lugar e deixei que estacionassem o carro por mim, enquanto entrava e dava de cara com o casal trocando algumas palavras, fui até a vampira dando um aceno curto com a cabeça para ambos. - Boa noite Angelique, Mayfair.. - Cumprimentei, dando uma olhada na movimentação por cima dos ombros, agindo profissionalmente. - O lugar está encantador, e qualquer coisa podem me chamar, eu estarei por aqui.. - Disse tentando soar o mais cordial possível, me afastando deles enquanto procurava m lugar que desse uma boa visão do lugar.



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Re: Acesso livre para humanos e vampiros

Mensagem por Angelique Deville em Dom Jul 22, 2012 8:59 pm

Party Night!


Eu estava distraída conversando com alguns convidados. Muitos queriam saber se eu iria fazer algum tipo de apresentação, mas eu disse que não e que a noite era reservada para diversão de todos, inclusive da dona da casa. Então, qualquer apresentação minha ficaria para outra ocasião. Um dos garçons passou com uma badeja e me servi de champanhe, já fazendo um brinde com alguns amigos que estavam em minha volta. Julien e eu tinhamos mandado reservar o melhor estoque de bebidas importadas - e também o mais caro - exclusivamente para o Rendez-Vous, mas isso não queria dizer que os convidados presentes na recepção também não estivessem bebendo a melhor champanhe francesa da casa, afinal, era necessário garantir a clientela .

- Mademoiselle. - disse Julien surgindo do nada entre os convidados. Parou bem na minha frente, conseguindo me arrancar um sorriso maldoso com seu francês afetado. Quem esse vampiro pensa que engana? Pensei com o meu habitual humor diabólico. Mas apesar de termos vontade de nos matar algumas vezes, eu era obrigada a admitir que Julien era muito competente em tudo o que fazia, além de ter um bom gosto impecável por certas coisas. São poucos os vampiros antigos que costumam ter bom gosto. Sabe como é... velhos hábitos. Às vezes fica difícil para alguns de nós se habituar aos novos tempos e tirar o mofo, mas pelo menos Julien não era assim.

- Monsieur Mayfair... - o cumprimentei, inclinando minha cabeça delicadamente. Só então o puxei de leve pela manga do terno, aproximando-o de mim. - Onde você estava, meu ratinho de porão? - brinquei com ele, dando um sorriso zombeteiro. Sabia que Julien odiava minhas piadinhas, mas eu adorava provocá-lo e, além disso, eu estava com um excelente humor. - E como estão as coisas lá em baixo? Espero que esteja tudo pronto. Essa recepção não vai durar muito tempo e já tem muitos vampiros chegando. O Rendez-Vous precisa estar lotado hoje. - cochichei em seu ouvindo enquanto andávamos entre alguns convidados, às vezes acenando ou dizendo um simples "Olá, sejam bem-vindos!"

Confesso que era difícil manter uma conversa com Julien sem que alguém nos interrompesse; fosse um dos funcionários perguntando alguma coisa, ou algum convidado vindo apenas puxar conversa. Eu me desdobrava para dar atenção à tudo e a todos, mas, após algum tempo eu já ansiava para que aquilo tudo acabasse. Eu só queria descer e me divertir, aliás como a maioria dos vampiros ali presentes. Bebi mais algumas taças de champanhe, enquanto distribuía sorrisos, desfilando com Julien ao meu lado, até que uma presença de verdadeira autoridade chamou a minha atenção.

- Boa noite Angelique, Mayfair.. - disse Alec Viscont, mais conhecido como o Xerife vampiresco de Morganville. Eu gostava dele apesar de ele ser meio do tipo código penal e de ser um pouco déclassé com determinadas coisas. Mas pelo menos, ele tinha charme de sobra, o que sem dúvida compensava muita coisa. Além do mais, era competente, bonito e sabia se fazer respeitar, o que já era um bom motivo para eu admirar o rapaz.

- Alec! Mas quanta honra, o nosso Xerife no meu estabelecimento. Seja bem-vindo e fico feliz que tenha aceitado o convite. - eu disse com um sorriso, assim que ele nos cumprimentou. Uma coisa era certa, se Alec estava ali, era sinal de que Declan não viria. Ótimo! Se era pra ter uma autoridade na casa, então que fosse um vampiro, e não um humano.

- O lugar está encantador, e qualquer coisa podem me chamar, eu estarei por aqui.. - ele completou com seu jeito formal e cheio de autoridade, porém gentil. Agradeci e Alec se foi, desaparecendo no meio do movimento.


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Re: Acesso livre para humanos e vampiros

Mensagem por Pandora Szelsky em Dom Jul 22, 2012 10:24 pm




So does everybody else.

Promiscuous boy
You already know
That i'm all yours
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A noite passada tinha tudo para ser ótima,mas por algum motivo que eu ainda não sabia qual, tinha sido uma porcaria. Depois que Alec me deixou em casa numa situação um tanto embaraçosa eu não consegui dormir. Troquei de roupa e logo fui para a noite. Sentir o metal no meu pulso me deixou corajosa.
E ainda sem saber o por que, dirigi até o CG. O que foi uma péssima ideia. Pois continuava a ficar lembrando da maldita noite em que o conheci. O que salvou a minha noite, além do álcool foi que encontrei um velho amigo, Matthew. Único vampiro que eu considerava decente por aqui. Conversamos bastante e bebemos a noite inteira, e nem preciso dizer que foi preciso ele me levar para casa. E é por causa dele que agora estou aqui me arrumando, depois de ter dormido o dia inteiro, para ir encontrar uma penca de chupa-sangue. Pelo menos ele estaria por lá.
Outra pessoa que provavelmente estaria lá era Gail. Se bem a conhecia, também deveria estar se arrumando. "À plus tard, Méchant. Bisous!" Mandei um sms para ela.
Tomei um banho super gelado por quase uma hora pra vê se a ressaca me largava, depois tomei alguns comprimidos para dor de cabeça, eu já tinha dito umas cem vezes que ia parar de tomar tantos remédios depois de beber, mas sem êxito. Pelo menos eu estava com uma cara apresentável. No guarda-roupa, peguei um vestido de couro curto e preto que sabia que iria combinar perfeitamente com uma bota de cano longo que estava guardada há eras. O vestido era bem prático, com zíper nas costas, só precisava que a ocupante tivesse atributos suficientes para sustentá-lo, pois era tomara-que-caia. A bota chegava até minhas coxas e era fechada com cadarço na parte de trás. Separei uma bolsa de festa preta com strass, brincos pretos e umas pulseiras de ouro velho. O look em si estava parecendo muito bom pra mim, então caprichei na maquiagem também. Dupla camada de rímel para destacar meus olhos e lápis preto. Batom numa tonalidade não muito forte de vermelho com gloss e blush para ressaltar as bochechas. Soltei o cabelo e ele caia levemente ondulado pelos meus ombros. Dei uma última conferida no espelho aprovando o trabalho e saí.


Dirigir de salto é uma merda, fica a dica a todas. Quase bati o carro no caminho, e eu nem sou do tipo "perigo constante" quando dirijo. Entreguei as chaves para o manobrista e adentrei o local com as mãos ainda geladas e meio trêmulas. A casa estava cheia, tanto de humanos quanto de vampiros, visualizei alguns rostos conhecidos, mas não parei para cumprimentar ninguém. Fui direto ao banheiro. Eu estava mais pálida do que o normal devido ao susto, então fiquei um tempo na frente do espelho esperando que passasse. Aos poucos fui me acalmando e acabei por relaxar ao acompanhar o som ambiente.
Assim que saí, logo um garçom me serviu uma taça de champanhe, que sem o mínimo de classe virei de uma só vez. - Tem algo mais forte? - Perguntei com um sorriso amigável. Ele assentiu e pediu que eu o acompanhasse até o bar, onde me serviu um Whisky. - Obrigada. - Disse e comecei a caminhar para o canto do bar, onde teria uma melhor visão do local. Esperava que Matt ou Gail chegassem logo, mas o primeiro que vi foi justamente Alec, que por sinal, já tinha notado minha presença.
Tomei um gole considerável da bebida que desceu ardendo pela minha garganta e fui em direção a ele. - Você não tem cara de quem frequenta esse tipo de lugar. - Ele estava com a barba por fazer, o que o deixava com uma aparência mais máscula, eu até podia sentir a sensação dela roçando em mim, me subiu um arrepio só de pensar. - Não vai beber nada? - Notei que ele estava sem nenhuma bebida na mão, diferente de todos à volta. - Se bem me lembro, você costuma beber bastante. - Fiz menção à noite no CG, onde tanto eu quanto ele havíamos bebido muito.
Logo lembrei do que Matt me disse sobre entrar no segundo round da festa, eu precisava do meu vampiro convite. E aqui estava ele. Mesmo estando mais sério do que as outras vezes que o vi, ele estava aqui. - A propósito, sou sua acompanhante no Rendez-Vous. - Tomei mais um gole do whisky e mordi o lábio segurando um sorriso. - Te vejo por aí. - Virei e comecei a seguir na direção contrária a dele. Eu não queria sair de perto, mas precisava. Ou entraria em combustão instantânea. Cadê a raiva por ele ter me deixada naquele sofá? Evaporou. E agora eu só pensava em achar outro sofá. Eu estava começando a ficar meio bipolar, conclui.



Don't get mad, don't be mean ❥


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Re: Acesso livre para humanos e vampiros

Mensagem por Alec Viscont em Seg Jul 23, 2012 12:14 am


I want you on my team
I Promiscuous girl
You're teasing me
You know what I want
And I got what you need



O lugar ficava cada vez mais lotado, e meus olhos atento a qualquer movimentação diferente, preparado para lidar com as mais variadas situações, e não vou mentir. Esperando que houvesse alguma ação na noite, afinal conversas, risinhos e pompa não era minha definição de noite perfeita. Angelique e Julien passaram a maior parte da noite cumprimentando os convidados, com um certo tédio, e eu não iria recrimina-los, se a situação fosse ao contrário eu também estaria.
Lembrei-me das festas que minha família costumava dar, óbvio que eram atimosferas bem diferentes, mas o objetivo ainda era o mesmo de hoje, se exibir demais e se divertir de menos. Eu esperava que o Rende-Vous fosse um pouco melhor, mesmo que eu só estivesse ali profissionalmente, é claro.
Porém, quando a ruiva adentra o lugar, o pressentimento de que meu profissionalismo seria constantemente testado me percorreu. Olhei as pernas brancas cobertas pela bota de couro, o vestido cobrindo apenas o necessário, me fazendo tencionar na hora. Meus dedos vão para o meu queixo subindo pela bochecha, coçando a barba por fazer, parcialmente feliz de que ela tenha entrado no banheiro tão rapidamente. E parcialmente nervoso, afinal perde-la de vista podia significar coisas não tão saudáveis.
No entando, ela aparece do me lado, me arrancando sentimentos controversos mais uma vez. Alivio por ela ainda estar viva, contrariando possibilidades absurdas, e nervoso por ela estar tão perto, usando tão pouca roupa. O cheiro do perfume dela, se misturando com o da bebida alcóolica, fez minha mente parar de funcionar por instantes. – É, eu esperava não vê-la por aqui também... – Disse deixando claro o meu desgosto de vê-la em uma festa de vampiros, que eu suspeitava estar um pouco mais acentuado pelo fato dela estar vestindo aquelas roupas, e que outros caras, pior, outros vampiros estivessem olhando.
Olhei para o copo de Whisk nas mãos dela, Me forçando a olhar para a multidão, para desviar a atenção da ruiva. – Não quando estou no trabalho.. – Digo com um sorriso de canto curto, e sem diversão alguma. A olhei de cima a baixo uma vez, reparando agora em cada detalhe do seu corpo, valorizado pelo vestido, botas e joias, entortando os lábios em desgosto. De fato, vê-la naquelas roupas acentuavam em muito o meu desgosto. Ela sabia que essa festa era dada por vampiros, e que ela estava fantasiada de sushi, certo? Me perguntei se era apenas minha preocupação pela saúde de Pandora que levava ao meu desgoto mórbido, mas preferi não saber a resposta.
A menina informou que eu seria seu acompanhante, e virou as costas, porém, eu segurei o braço dela quando ela se virou, dando um passo em sua direção, posicionando meus lábios no ouvido dela. – Não gosto que esteja aqui, não é seguro. Se for uma menina inteligente, irá para casa nos próximos 2 minutos. – Meu sotaque forte em cada palavra, que saiu como um sussurro mas alto o suficiente para a ruiva ouvir. – Te encontro lá, no fim da noite. – Digo esperando que ela aceitasse meu conselho.



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Re: Acesso livre para humanos e vampiros

Mensagem por Pride Alleinad em Seg Jul 23, 2012 12:14 pm






Le Fétiche Bistrot



Finalmente havia chega a cidade. Logo que chegou havia ido ter uma reunião com Amaryllis e esperava que lhe rendesse frutos, e dos bons. Certo dia encontrou com Julien um vampiro mais velho que ela, que a ajudou durante um tempo na Itália. Nesse encontro Julien a convidou para a inauguração de seu bistrô. Bem o bistrô em si não era do velho conhecido, e sim de uma vampira chamada Angelique Deville, oq eu pertencia a Julien era a Boate abaixo do bistrô. No dia em questão Pride se arrumou, colocou seu melhor e mais caro vestido e seguiu para o restaurante.

Ao chegar notou o que o lugar estava bem movimentado, havia muitos rostos desconhecidos, mas alguns como o Alec Viscont, o Xerife da cidade era conhecido a ela. Procurou por Julien e o avistou, estranhamente aquele olhos azuis era muitos parecidos com os do vampiro que a transformou, mas como sempre Pride ignorou o fato. Seguiu ate o vampiro que falava com os convidados ao lado de outra vampira, essa que Pride julgava ser Angelique. - Ah Julien, meu caro. Quanto tempo. - Disse ao amigo. Olhou para a vampira. - Prazer, Pride Allenaid. - Esticou as mãos para a proprietária do lugar, que por sinal era de extremo bom gosto.





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Re: Acesso livre para humanos e vampiros

Mensagem por Joseph Plyce em Seg Jul 23, 2012 12:29 pm

Tonight I want all of you tonight


Logo depois da visita perturbadora da Loira, saí para espairecer e conseguir comida direto da fonte, o que não foi difícil. Algumas universitária perdidas pelo caminho, loucas para serem encontradas... e como bom vampiro que sou, não as deixei esperando. E ainda fiz o favor de não matá-las.
Voltei para casa, a qual não pisava há muito e peguei um terno preto no armário.
Não me agradava muito esse tipo de festa elitista, mas uma festa somente para vampiros as vezes até que poderia ser agradável, principalmente se houvesse uma degustação coletiva. Seria magnífica.
Dirigi até o Le Fetiche, que estava cheio, por sinal e entreguei as chaves do carro para o manobrista. Adentrando o local sem pressa, apenas observando as pessoas ao redor. Deixei o olfato apurado, para o carro de sentir o perfume doce e forte da Loira, pois era algo que não esqueceria com facilidade.
Peguei uma bebida enquanto aguardava no fundo do recinto, de frente para a entrada, para não ser pego de surpresa mais uma vez pela sagacidade da mulher.
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Waiting for Gail Evans
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Última edição por Joseph Plyce em Seg Jul 23, 2012 7:30 pm, editado 2 vez(es)
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Re: Acesso livre para humanos e vampiros

Mensagem por Julien Mayfair em Seg Jul 23, 2012 2:25 pm






Party Night ,











Angelique puxou Julien pelo terno para uma parte um pouco menos movimenta e fez alguns comentários, que foram ignorados pelo vampiro. - Ainda não é hora para nosso showzinho particular. - Diz com um olhar malicioso. - Por isso, vamos manter as coisas como estão. - O relacionamento entre eles não eram os melhores, discutiam por quase tudo, quase. - Quando seu capachinho foi me chamar, eu estava acabando de organizar tudo. Rendez-Vous estará impecável esse noite. - Explicou a ela.

Após alguns instantes de palavras trocadas Alec Viscont, o honorável xerife de Morganville deu o ar de sua graça. Ele e Julien nunca trocaram duas palavras, a não ser nas reuniões com Amarillys e no dia em que ela mandou que Julien evitasse seus atos sádicos e começasse a matar qualquer um que entrasse em seu caminho. Isso meio que criou um certa tensão, se não dizer antipatia, entre Julien e Alec. Porem essa noite ele não deixaria seu lado pessoal interferir em nada. Alec falou com ele e com a vampira ao seu lado, Julien apertou sua mão e o saudou formalmente, como duas peças velhas de um museu. - É um prazer tê-lo aqui Viscont. - Foi o que respondeu.

Outros vampiros chegaram e alguns humanos também, todos com seus protetores é claro. Essa noite a festa era especial não seria qualquer humano a entrar. Após algumas rodadas de Olá!, É um prazer!, Que bom vê-lo aqui! e outras coisas do tipo, uma velha amiga de Julien entrou. Pride se vestia deslumbrante a vampira tinha praticamente a mesma idade que ele, estava na casa dos novecentos e poucos anos, Julien mais ou menos mil. Pride se apresentou a Angelique. - Pride, faz realmente algum tempo, nosso ultimo encontro foi puramente fora de hora. - Diz se lembrando do dia em que Pride chegou e foi ter uma reunião com Amaryllis. - Pride, está é a Sryª. Develle. Minha sócia. - Diz apontando para Angelique. - Angelique, está é Pride, uma velha conhecida. - Apresentou as duas.






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Re: Acesso livre para humanos e vampiros

Mensagem por Angelique Deville em Seg Jul 23, 2012 7:34 pm

Party Night!


Já era quase meia noite e o Le Fétiche se encontrava lotado. Vampiros de rostos conhecidos, assim como seus respectivos acompanhantes estavam presentes na casa. Toda aquela movimentação estava me deixando mais do que satisfeita, apesar de eu já estar um tanto cansada, pra não dizer entediada de ter que cumprimentar alguém a cada cinco segundos. Mesmo assim, confesso que não pude evitar que um pensamento divertido passasse pela minha mente, enquanto imaginava Amaryllis adentrando no bistrô e colocando todos os vampiros presentes de joelhos. Obviamente eu estaria incluída no meio, mas não me importaria se tivesse que me ajoelhar diante dela. Amaryllis é uma das poucas pessoas que entende o meu jeito de ser e uma das poucas que apóia as minhas ideias malucas. Não tenho e nunca tive nada contra ela. Ela é uma vampira que definitivamente conseguiu se sobressair, e que conseguiu conquistar o seu lugar ao sol. Por isso, ela tem o meu respeito, ainda que algumas vezes possamos não concordar com determinadas coisas. Eu terminava mais uma taça de champanhe, ainda perdida em meus pensamentos, quando ouvi Julien resmungar algo em meu ouvido. Em seguida ele me apresentou a uma amiga dele que se chamava Pride. Eu nunca a tinha visto antes, então limitei-me a lhe dar um sorriso acolhedor.

- Enchanté, Pride. E seja bem-vinda ao Le Fétiche. - terminei de falar com ela e voltei a minha atenção para o Julien. - Está na hora de encerrarmos aqui e abrirmos o nosso inferninho. Notei que alguns diabinhos estão ficando impacientes. Aliás, posso dizer que sou um deles. - disse em um tom que somente Julien poderia ouvir. Então, pedi licença a sua amiga e fui falar com alguns funcionários. Precisava dar algumas instruções antes de fecharmos o bistrô e abrirmos o Rendez-Vous. Apesar de serem muitos os convidados, eu já havia sido informada sobre quem estava acompanhando quem, e qual vampiro ou humano estava desacompanhado. O sistema era simples, já que não podíamos simplesmente terminar com a recepção, afinal isso daria a impressão de que estaríamos expulsando alguns convidados, o que não seria nada bom para a nossa reputação. Então o negócio funcionaria da seguinte maneira. Os vampiros acompanhados seriam informados, discretamente por um funcionário que lhes guiaria até a entrada do Rendez-Vous, assim os convidados sairiam do bistrô aos poucos e sem o risco de chamar a atenção dos humanos que não tinham conhecimento sobre a boate. Sendo assim, cerca de meia hora depois, notei que o movimento no bistrô diminuia pouco a pouco. Sinal de que a hora da festa havia chegado e de que todos estavam se dispersando para o Rendez-Vous. Como eu era a anfitriã do Le Fétiche, era lógico que eu teria que ficar no bistrô enquanto houvessem convidados presentes. Porém, do jeito que a coisa estava fluindo, não demoraria nada até que eu me juntasse aos outros vampiros na festa.


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Re: Acesso livre para humanos e vampiros

Mensagem por Gail Evans em Seg Jul 23, 2012 8:55 pm



What doesn't kill you
MAKES YOU STRONGER


O rádio tocava alto no meu carro, depois de eu passar mais tempo que o necessário com Carmela no telefone, descrevendo repetidamente qual vestido, bolsa, e joias eu usaria. Claramente a Porto-Riquena tinha menos neurônios do que eu imaginava, mas eu estava num humor muito bom para me zangar com ela, e até agradeci pelo favor, o que a deixou ainda mais confusa se o telefonema não era na realidade um trote.
Era a noite de estreia do Le fetiche, mas sejamos francos, o que todo mundo estava mesmo a fim de ver era a inauguração do Rende-Vous, afinal, já que todos nós estávamos presos numa cidade cheia de vampiros e pesadelos, nada melhor do que enxergar a situação de uma maneira mais divertida. E apesar de odiar ser obvia, eu estava sim cotada para aparecer no evento, acompanhada de ninguém mais, ninguém menos que Gaspard, que não era por ser meu protetor não, mas era metade do mal caminho.
Em outra época, seria nele que eu investiria minhas energias esta noite, mas isso era passado, e não era nele em quem eu estava pensando quando Carmela me mostrou o vestido que eu havia meticulosamente descrito. Vermelho, de um ombro só, curto o suficiente para parecer uma camisa um numero maior do que eu realmente usava, apertado o bastante para marcar cada curva do meu corpo. Sorri tendo pensamentos nada ortodoxos em relação ao vestido, e como eu queria que ele saísse.
Enchi a banheira, me afundando na água com cheiro de sais perfumados, livrando meu corpo de todas as bactérias, e sujeira que aquele lugar horrendo havia deixado em mim, e também levando embora de mim o cheiro dele, aquele cheiro que não deixava duvidas de que ele podia fazer qualquer serviço, e deixar uma mulher satisfeita. E com sorte eu queria ser aquela mulher esta noite.
Ouvi o barulhinho de mensagem apitar do meu celular, e sorri ao ver o nome de Pandora no visor. “À plus tard, Méchant. Bisous”. Ri do comentário, e então reparei no horário, vendo que eu chegaria bem atrasada, e Gaspard não iria gostar nada daquilo. Me maquiei usando uma maquiagem escura nos olhos, deixando meus olhos verdes ainda mais claros, usando blush discreto e gloss labial cor cereja, dando a impressão de que meus lábios tinham bem mais saúde do que tinham na realidade. Suspirei, e soltei os cabelos, deixando que meus fios levemente ondulados caíssem pelas costas e ombros, sorrindo com o resultado da produção. Me enfiei dentro do vestido, calçando as sandálias douradas, pegando a carteira quadrada também dourada, descendo as escadas encontrando o vampiro no meu saguão. Carmela não gostava de ficar perto do vampiro, apesar de ter um vampiro e ser uma boa cidadã, que trabalhava e pagava seus impostos, todos eles, ela não era fã da espécie e sempre evitava contato quando recebíamos o britânico em nossa casa.
- Está atrasada. – Resmungou ele, me fazendo rir sem humor algum. Previsivelmente irritado com a minha falta de pontualidade.
- Valeu a pena. – Eu disse referindo a minha produção, desviando do assunto de que eu tive coisas para fazer mais cedo, mas como a sentença se provou verdadeira, ele achou que não valeria entrar naquela discussão comigo.
Entramos no carro de Gaspard, aquela belezinha perto do meu fazia o parecer medíocre, o Lamborghini Gallardo grafite, chegava a brilhar mesmo no escuro, enquanto fazíamos o caminho relativamente curto até o Le fetiche. O lugar estava transbordando, e nós éramos se não os últimos, um dos pelo menos que viria a recepção. Cliquei em responder para Pandora, digitando um “Olha para aporta, Bitch” e um rostinho com uma piscadela, enquanto Garpard dava as chaves para o manobrista, e então veio em direção a mim, me dando o braço para que eu o acompanhasse. Sorri vendo que nossa entrada tinha sido notada por algumas pessoas que estavam perto da porta, sentindo os lábios do vampiro perto do meu ouvido. – Se você aprontar alguma coisa essa noite, todos os vampiros presentes ai dentro vai ser pouco para me segurar de não entortar o seu lindo pescoço, estamos entendidos? – Sussurrou ele antes de entrarmos, parando na porta.
- Mais do que entedidos, querido.. – Disse calmamente, sorrindo de forma quase debochada para ele, que fingiu não perceber o meu sorriso, e me guiou para dentro, soltando os meus braços e indo falar com anfitriões da festa, enquanto eu logo visualizava Pandora no salão.
Ela podia ser resumida em uma palavra. Couro. E eu não podia negar de que ela estava fantástica naqueles trajes, mesmo sabendo de que nenhuma garota entrava num pedaço tão pequeno de tecido, sem querer que alguém os tire, e se tratando de Pandora, o zíper seria futaramente aberto com os dentes. Sorri maliciosamente, encontrando a ruiva, pegando um copo de champanhe no caminho até ela, olhando o copo de Whisk em sua mão. – Noite difícil? – Perguntei arqueando a sobrancelha, ao olhá-la minuciosamente. Minha visão foi repentinamente puxada para o vampiro de terno preto no canto do salão, do qual eu lancei o olhar mais luxurioso possível me distraindo da resposta da ruiva.

• NOTES •

+ Noite + Pandora Szelsky; Joseph Plyce. + Usando Isso+ Ouvindo: London Bridge - Fergie +

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Última edição por Gail Evans em Seg Jul 23, 2012 9:36 pm, editado 10 vez(es)

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Re: Acesso livre para humanos e vampiros

Mensagem por Pandora Szelsky em Seg Jul 23, 2012 8:56 pm




So does everybody else.

Promiscuous boy
Let's get to the point
Cause we're on a roll
Are you ready?


Ele não pareceu nem um pouco satisfeito com a minha presença lá, mas levando em conta o que aconteceu noite passada eu não estava contando muito com o interesse dele. Eu bem que devia saber que ele levaria a sério a parte "uma noite e nada mais", acima de ser vampiro... ele é homem, então eu já devia saber. Ainda bem que eu estava recebendo muita atenção de outros homens e vampiros, afinal eu não estava com essa roupa por achá-la confortável.
Além do evidente desgosto, só me deixou mais confusa ele falar que estava trabalhando. - Que tipo de trabalho? Segurança de alguém? - Pela postura era o que parecia, mas não tinha como ter certeza, ele podia estar mentindo. Pois, logo me dei conta, eu não sabia absolutamente nada dele. Exceto que beija incrivelmente bem e consegue me levar às alturas, mas isso não conta, conta?
A parte de dizer que ele era meu acompanhante foi a mais difícil, pois ele podia simplesmente dizer que não, mesmo que não fosse fazer diferença, por que eu ia grudar nele até estar lá embaixo de qualquer jeito. Por isso, logo após mencionar me virei, tentando ficar com a última palavra, mas se tratando dele... não consegui.
Nem preciso falar que estremeci com o toque e com aquele sotaque carregado em meu ouvido. Mas fiquei levemente irritada com o que ele disse. Me virei para encará-lo, ainda bem perto e dei um sorriso sarcástico. - Você não precisa gostar, amor. - Puxei meu braço do dele e balancei meu pulso na sua frente. - Achei que significasse proteção, sabe? Não posso estar doando sangue por nada, certo? - Coloquei um dedo nos lábios fingindo estar intrigada. - Se eu fosse inteligente... nem estaria nessa cidade. Eu sabia que não devia andar falando essas coisas, devido ao meu estado probatório, mas era a mais pura verdade e eu não consegui segurar.
A proposta que em seguida foi feita era extremamente tentadora, mas eu não cederia tão fácil assim. - Acho que não. - Tomei o restante do líquido no copo. - Quem me garante que eu não vou acabar seminua e sozinha no sofá de novo? - Arqueei as sobrancelhas e dei um sorrisinho cínico. Me virei novamente, depositando o copo vazio na bandeja de um garçom que estava passando e já adquirindo uma bebida nova.
Quando já estava a alguns metros de distância dele me virei para encará-lo. E ele não estava muito feliz. Dei uma leve mordida no lábio inferior e pisquei para ele, só para irritá-lo mais. Logo meu celular vibrou. Gail: "Olha para a porta,Bitch!" E assim o fiz, me deparando com a louca entrando de braços dados com o seu pomposo protetor. Depois de alguns sussurros dos convidados ele se desvencilhou dele e veio ao meu encontro. - Nada que eu não possa resolver. - Levantei meu copo com uma mão e bati na bunda dela com a outra. - Vamos agitar onde interessa, Bitch. - Disse enquanto caminhávamos para a entrada do Rendez-Vous.


Don't get mad, don't be mean ❥


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Re: Acesso livre para humanos e vampiros

Mensagem por Julien Mayfair em Seg Jul 23, 2012 10:10 pm






Party Night ,











Angelique se retirou e logo Julien faria o mesmo, continuou a cumprimentar os convidados, mas sua mente só estava ligada em um lugar o Rendez-Vous abaixo dele. Olhou para Pride. - Pride, agora irei ir para o Rendez-Vous, espero vê-la em breve lá em baixou. - Se despediu da vampira. Voltou para mais uma rodada de boas vindas e apertos de mão. Ficou se perguntando se Lilian iria a abertura do bistrô. Lembrou também que teria que dizer a Klaus que não poderia mais protege-lo. Finalmente cortou caminho por entre os convidados ate chegar as escadas.

ENCERRADO




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Re: Acesso livre para humanos e vampiros

Mensagem por Alec Viscont em Ter Jul 24, 2012 6:13 pm


I want you on my team
I Promiscuous girl
You're teasing me
You know what I want
And I got what you need



Mau a ruiva tinha aparecido e minha capacidade de prestar atenção a minha volta tna evaporado. Meus olhos eram constantemente puxados para as coxas de Pandora, me deixando levemente irritado com a minha falta de foco. Maneei a cabeça para o lado, ainda tentando manter o olhos longes daquelas curvas. – Algo do tipo. – Respondi a pergunta sobre o meu trabalho, sem dizer muita coisa. Não me agradava o fato dela saber o meu trabalho, eu a considerava uma menina muito inteligente e capaz de somar dois mais dois, e não iria ser bom se ela tivesse uma epifania bem ali.
Eu devia ter adivinhado que a ruiva não acataria meu conselho de bom grado, pego suas coisas como uma pessoa com juízo faria, e ido pra casa, mas eu não podia deixar de tentar. E todos viram que eu tentei. Suspirei pesadamente com o apelido carinho e sarcástico da moça, meus olhos em chamas, ao encarar aqueles olhos claros muito sério, ignorando o fato dela balançar a pulseira na frente do meu rosto. – Isso não é brincadeira Pandora. – Disse o rosto sério dando veracidade as palavras. – Se algo lá embaixo der errado, vai ser preciso mais do que uma cordinha dourada no seu pulso pra te manter viva. – Mantive o tom baixo, embora as palavras fossem ameaçadoras. Soltei o braço dela, já que o cheiro de seu perfume doce entrava em minhas narinas com mas força naquela posição, dando as costas em seguida precisando sair de perto dela e procurar um lugar aonde seu cheiro não estivesse tão presente.
Peguei um copo de whisk na bandeja, virando o copo de uma só vez, decidindo em menos de dois segundos que só o copo não iria afetar minha concentração mais do que Pandora já havia afetado. Percebi a piscadela, semicerrando os olhos para ela, mantendo o copo vazio perto dos lábios. Contente ao ser distraído pelo anuncio de Angelique, anunciando que a o Rende-vous estava aberto, me arrancando um arrepio pela espinha. Se antes o meu desejo era que houvesse ação, agora eu desejava que a noite fosse mais que tediosa, afinal tirar a ruiva que parecia tão convidativa naquelas roupas das presas de alguns vampiros envolveria muito sangue, e eu acabara de perceber que era muito possessivo em relação a tudo que envolvesse Pandora.
Deposito o copo de vazio na bandeja de algum garçom, ficando a cinco passos atrás de Pandora acenando para o segurança, num gesto que dizia claramente que a garota estava comigo, quando nos dirigíamos a entrada da boate. Percebo que a ruiva agora estava acompanhada por uma outra garota, uma humana, que parecia ter tão pouco juízo quanto Pandora já que os trajes cobriam quase menos do que os roupas de Pandora, que contava com uma bota de cano longo para cobrir as pernas, em contra partida com a perna completamente exposta da loira, que também era bonita embora meus olhos estivessem fixos na ruiva. Assim que entramos na boate, procuro um lugar que me desse uma boa visão do ambiente por completo, sabendo que eu tinha trabalho a fazer, procurando não me distrair com os predicados de Pandora. Peguei outra bebida, afinal a noite seria muito longa.



vestindo: --
escutando: --
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