Morganville Vampires RPG
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Estacionamento

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Estacionamento

Mensagem por Camille Glass em Qui Jul 12, 2012 3:21 pm

Alguns carros estacionados durante o dia, mas a noite, mau se pode vez uma alma ali, talvez uma ambulância vazia ou duas.

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Re: Estacionamento

Mensagem por Angelique Deville em Sex Jul 13, 2012 1:36 am

Run, baby! Run!


O Hospital de Morganville é o lugar onde se coleta e guarda as doações de sangue para alguns vampiros da cidade. Bem, eu estou prestes a pegar a minha doação. A única diferença é que ela não virá naquelas bolsas nojentas de plasma, o que significa que será muito mais divertido fazer a minha própria coleta. E sabe o que é melhor? Acabei de avistar a minha doadora, e já não era sem tempo, afinal, já faz um bom tempo que estou no maldito estacionamento desse hospital. Enquanto me aproximo dela, caminhando sorrateiramente por entre os carros, noto que a moça, uma loirinha de rabo-de-cavalo e usando roupas de hospital - provavelmente uma enfermeira - está distraída, fumando um cigarro e falando com alguém no celular. Bem, parece que alguém não voltará ao trabalho, após uma pequena pausa. Dei a volta por trás de uma ambulância e ali estava ela, se despedindo de alguém no telefone. Pelo menos, ela conseguiu dizer "au revoir".

- Minha nossa! - a mocinha se virou, de repente, dando de cara comigo. Creio que a assustei um pouquinho.

- Oh! Pardon, mon cher. Não foi minha intenção assustá-la. - eu disse com o sorriso mais amistoso e falso do mundo. Na verdade, eu estava pouco ligando se ela tinha se assustado, ou não. Eu só queria me alimentar e dar o fora dali.

- Ah... tudo bem... - a loirinha estava parecendo nervosa demais para o meu gosto. - É melhor eu voltar para o trabalho. - ela disse se esquivando para o lado, mas eu acompanhei seu movimento como se fosse um pequeno passo de dança, parando bem na frente dela e não deixando que ela passasse por mim. Não havia dúvida de que a garota sabia o que eu era. Geralmente, eu adoro esses momentos em que eles se tocam de que sou uma predadora implacável e já saem correndo, desesperados. Isso sempre me faz rir, mas dessa vez a menina simplesmente travou. Não correu, nem gritou, apenas ficou estática diante de mim e me encarando com olhos enormes. Confesso que desanimei um pouco. Eu queria correr atrás de alguém, e não pegar uma presa fácil.

- Qual é o seu nome, queridinha? - percebi que ela não usava um crachá na roupa, ou qualquer outra coisa que a identificasse. Eu sei que é estranho estar prestes a matar alguém e ainda perguntar o nome da criatura, mas eu estava tentando, e muito, ser gentil. Juro! Nesse momento, ela abriu a boca para falar, mas nada saiu. - Você tem um nome, não tem?

- É... T...Tra... Tracey... - ela respondeu gaguejando.

- Tracey! - repeti com um sorriso. - Mas que nome adorável. "E perfeito para uma vítima". Pensei enquanto ajeitava um fio de cabelo atrás de sua orelha.

- Você vai me... me matar...?

- Humm... Depende. - respondi com calma enquanto ela soluçava. - Estou vendo que você não usa um bracelete. Você não tem um protetor, não é? E não minta pra mim.

- Não... Eu tentei conseguir um, mas... mas... - e então ela desandou a chorar.

- Ah! Por favor... Não comece com isso. Vai acabar com o meu apetite. - eu disse um pouco irritada, mas isso só a fez chorar ainda mais. Revirei os olhos, pensando no que fazer, tinha que acabar logo com aquilo e ir embora. - Vamos fazer o seguinte, meu bem. Eu vou contar até trinta, enquanto você sai correndo. - fui explicando com a maior naturalidade e da forma mais gentil do mundo, enquanto a garota me olhava aterrorizada. - Se conseguir chegar até a entrada dos fundos do hospital, eu deixo você em paz e vou embora.

- E... E se eu... não conseguir...? Vai me... me matar...? - a voz dela continuava trêmula, mas pelo menos, ela tinha parado de chorar.

- Sugiro que comece a correr. - eu disse iniciando a contagem. - Um... dois... três... três e meio...

- Ah! Meu Deus... - ela resmungou e saiu em disparada, enquanto eu continuava contando calmamente. Da ambulância até a entrada dos fundos não era uma grande distância. Ela também poderia gritar para chamar a atenção, já que sempre havia um segurança, ou outro fazendo a ronda. Não que eles fossem grande coisa, além disso, se eu já tivesse detectado qualquer problema, já estaria bem longe daquele lugar. Porém, isso não quer dizer que eu fosse desistir da loirinha. Eu voltaria a procurá-la, descobriria onde encontrá-la e iria atrás dela, novamente. E pode ter certeza de que ela não me escaparia de novo. Mas naquele momento, ali, onde estávamos, ela tinha alguma chance, mesmo assim preferiu só correr, fazendo exatamente o que eu já previa. Sinceramente, às vezes é tão fácil caçar e matar esses humanos que chega até ser tedioso. De qualquer forma, Tracey já estava quase perto da entrada quando me viu parar bem diante dela. - Mas... você... Você disse... que ia contar até... trinta... - ela disse aos soluços de novo.

- Bem... eu fiquei entediada, além do mais, adivinhe só... EU MENTI!! - eu disse quase ao mesmo tempo em que cravava meus dentes no pescoço dela e tapava a sua boca com uma das mãos. Eu sempre fui cuidadosa, então não podia deixar que ninguém nos visse, ou ouvisse. Tracey se debateu, mas eu a empurrei com facilidade para um canto mais escuro, enquanto sentia sua vida se esvaindo e seu sangue quente deslizando, deliciosamente pela minha garganta. Uma sensação de euforia tomou conta de mim e me senti tão viva quanto um dia eu fui. Então, assim que terminei de me alimentar, passei um dedo pelos lábios e olhei para os lados, percebendo que tudo ainda estava calmo por ali. Peguei o corpo de Tracey e caminhei até a ambulância, abrindo um lado da porta de trás. Joguei seu corpo sobre uma maca, fechei a porta dando mais uma olhada em volta, e numa fração de segundos, já me encontrava do outro lado da rua. Porém, mal cheguei na esquina onde estava o meu carro e já captei alguém gritando o nome da garota, desesperadamente. - Humm... Acho que alguém encontrou a Tracey. - eu disse rindo ao abrir a porta e entrar no carro, logo dando a partida. Era hora de ir para a inauguração do Le Fétiche.




Tagged • Place: Estacionamento do Hospital • People: Uma vítima • Clothes: aqui

Notes: Noite • credits: baby doll at oops!









ENCERRADO!!

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